Depois de tanto ver copos de iogurte transformados em porta-velas, em revistas e blogs de decoração, resolvi por mãos à obra. É muito fácil, basta ter alguns copos, arame, um alicate e velinhas. Estes estão um pouco toscos. Com a prática talvez consiga fazer melhor!
O Gaspar delira com a época da papoila. Apanha todas as que consegue, ainda em botão, e depois abre-as com a lenga-lenga "galo, galinha ou pinto". As unhas ficam pretas, o chão fica cheio de cascas verdes, mas da sua cabecinha sai esta bela associação: "mamã, está aqui uma obra de arte". Sim, pop(py) art, acrescento eu!
Esta borboleta (ou traça?) enorme estava hoje de manhã no parapeito da janela da cozinha e ficou por lá todo o dia. À noite levantou voo. Foi um bom pretexto para explicar o que é um animal noctívago. A bolinha é o animal de estimação da turma do Gaspar. Veio passar o fim-de-semana cá a casa. Se ela conseguisse falar diria "também gosto muito de ti Gaspar, mas por favor deixa-me descansar um bocadinho!".Aqui está o texto e o desenho do Gaspar sobre esta visita.
Está finalmente acabada a nova manta do Gaspar. Demorou meses. Não sei o que me deu para voltar a acolchoar à mão. É uma tarefa interminável da qual já tinha tido um pequeno estágio aqui. Desta vez usei grega para o remate, já tinha experimentado rematar com tecido aqui. Gostei do resultado.
O melhor dia para apresentar estes filhotes, feitos com as mangas do tal casaco. Este post é também uma espécie de 'antes e depois' três em um: os bonecos que já foram casaco, a capa de almofada que já foi um cachecol (de pura lã de ovelha) e a cadeira salva do lixo há uns anos no Seixal.