Para criar um tom mais ou menos ocre usei dois pigmentos que estavam guardados há mais de dez anos e que vieram da primeira viagem à Índia. Misturados com a tinta branca deram o resultado que se vê na última foto.
Se a vida nos dá limões fazemos limonada. Se a horta nos dá mini-couves, arranjamos maneira de as levar à mesa! Tivemos uns belos repolhos durante o Verão e agora, no caule já sem repolho, estão a crescer estas iguarias. As primeiras foram salteadas com legumes, alguém tem outras sugestões culinárias?
Por vezes parece que o tempo custa muito a passar. Depois de plantar uma árvore devia haver uma poção mágica que a fizesse crescer do dia para a noite. Como não conheço nenhuma, tenho sempre a máquina fotográfica para gravar o antes e compará-lo com o depois. Estes ciprestes foram plantados há cerca de ano e meio e vão lançados, o céu é o limite!
Tal como na fábula de La Fontaine, por aqui não há tempo para cantar. O Inverno chega depressa e é preciso pintar beirados, armazenar lenha, terminar o chão da pérgola... e ainda falta proteger as madeiras. É o outro lado da vida no campo.
Outubro chegou com pressa. Já estamos quase a meio do mês, mas acho que este calendário da Geninne Zlatkis ainda pode ser útil, pelo menos bonito é, tal como o blog da autora.