"Ver o Porto! Ver o Porto é evocar certa forma de cidade escondida que
conservamos dentro de nós, densa, impenetrável, como a neblina
envolvendo as manhãs e fundindo o rio com os cais e os barcos. Ilusão de
sombras irreais. Transparências. Crepúsculos caindo, suaves, recortando a
leveza das pontes, a elegância das torres, os contornos do casario.(...)" in Porto - Poesia da Cidade, de Helder Pacheco
"Nas férias a ciência sai à rua", é o slogan da campanha de Ciência Viva no Verão. Nós aproveitámos o mote, e o facto de haver duas acções bem perto de casa, e saímos também! Observámos estrelas e o impacto da poluição luminosa no Paul do Boquilobo e musgos do carvalhal português, em Casével.
Uns dias como turistas na capital tinham que incluir uma viagem no 28, espantar pombos no Rossio, ver o Cais das Colunas e o Martim Moniz de cara lavada. Lisboa só precisa mesmo de mais amor pelos prédios antigos e menos urina nas ruelas mais escondidas.