quinta-feira, 26 de junho de 2014

felicidade é ter três tracinhos de rede

Já com saudades do Felicidário, que terminou em 2013, estou a criar o meu próprio calendário da felicidade. O Felicidário original era um calendário ilustrado com ideias felizes para maiores de 65 anos. O meu vai ser um calendário com ideias felizes para quem vive a mais de 65 quilómetros de Lisboa. Talvez não seja correcto chamar-lhe Felicidário, uma vez que a sua frequência não vai ser diária, mas gosto do nome, faz-me feliz! Se houver por ai alguém que me queira acompanhar nesta aventura, com uma ilustração de vez em quando, será muito bem-vindo.


quarta-feira, 25 de junho de 2014

um cheirinho a festa

A festa de enceramento do ano lectivo do Gaspar já aconteceu há quase um mês. Foi tão bonita que, mesmo com o atraso devido a "problemas técnicos", vale a pena deixar aqui um cheirinho. Este é mesmo o termo mais adequado, uma vez que o tema era a Primavera e as flores.






terça-feira, 24 de junho de 2014

respiga

Este ano, aqui bem perto, houve seara de alhos. Depois da apanha mecânica o desperdício é enorme. Da respiga guardei algumas cabeças intactas e meti-me literalmente numa alhada ao passar duas horas a descascar as restantes e a esmagá-las. Guardei os alhos esmagados em frascos com azeite e uma folha de louro. Vão dar bons refogados, espero.



quinta-feira, 29 de maio de 2014

espiga

Pela primeira vez conseguimos conservar o ramo da espiga durante um ano inteiro. Hoje foi dia de queimá-lo, como manda a tradição, e de apanhar um novo. Espero que nos traga um ano tão bom ou melhor que o anterior.



terça-feira, 20 de maio de 2014

jogo da memória

Ao olhar para estas imagens vezes sem conta, pensei que devia partilhá-las. A ideia do Jogo da memória pareceu-me a melhor forma, uma vez que alia ao jogo um pouco da memória do Talasnal. Quem visitou a aldeia há uns anos deve ter dado de caras com a dona Helena, ou de focinho com o gato Óscar. E quem a visita actualmente irá sempre ver flores de sabugueiro, amoras silvestres ou ouriços de castanheiro.

O Jogo da memória é apresentado em caixa de madeira de 10 cm de largura por 20 cm de comprimento e é formado por 24 peças também de madeira, com 9 cm de lado. As 12 imagens que fazem o jogo são fotografias originais da minha autoria e representam pormenores da aldeia do Talasnal, na serra da Lousã.
 
O Jogo da memória pode ser jogado por dois ou mais jogadores. Inicialmente colocam-se numa mesa todas as peças com a imagem voltada para baixo, para que não possam ser vistas. Cada imagem repete-se em duas peças diferentes. Cada jogador vira, na sua vez, duas peças e deixa que os restantes jogadores as vejam. Se as imagens forem iguais o jogador recolhe esse par e joga novamente. Caso as imagens sejam diferentes, o jogador deve virá-las novamente e passar a vez a outro jogador. Ganha o jogo quem conseguir descobrir mais pares.