quinta-feira, 6 de outubro de 2016

luffa cylindrica

Este ano cultivámos na nossa horta rúcula, nabos, cebolas, feijão-verde, couves, pimentos, tomate, alho francês, melão e, pela primeira vez, uma coisa que não é de comer mas que faz muito bem à pele. A luffa, bucha, ou esponja vegetal é semelhante à cabaça, mas tem uma textura esponjosa e fibrosa ideal para esfoliar a pele. As sementes vieram de Espanha e foram germinadas já tardiamente, mesmo assim conseguimos uns bons exemplares. Depois de seca, a bucha é colhida e batida para que a casca se solte. Retiram-se as sementes e lava-se muito bem. Deixa-se a secar à sombra e está pronta para o banho. Como qualquer esponja deve ser lavada com frequência e deve secar completamente entre banhos para não alimentar bactérias. É uma feliz adição ao melhor sabão do mundo :-)







quarta-feira, 3 de agosto de 2016

um novo mundo, uma nova casa

Sob o lema 'um novo mundo' os Jogos Olímpicos de Verão 2016 têm início a 5 de Agosto, no Rio de Janeiro, Brasil, mas as minhas olimpíadas começaram dois meses antes em Lisboa. Não se trata de um novo mundo, mas de uma nova casa e o que é uma casa senão o nosso pequeno mundo.
Das 28 modalidades olímpicas consegui atingir os mínimos para apenas três. A primeira foi a corrida. Uma corrida contra o tempo para conseguir esvaziar uma casa e entregar a chave em menos de duas semanas. Esta corrida acabou por me tornar campeã noutras duas modalidades, o levantamento de peso e a ginástica artística. Baixar caixas e caixas de tralha e outros bens preciosos, móveis e electrodomésticos do primeiro andar sem elevador para a seguir as levantar até ao segundo andar, ainda sem elevador, enrijece os músculos e obriga a contorcionismos dignos de nota máxima. Pelo meio fica a gincana pelo centro da cidade, mas essa utilizou meios mecânicos e não faz parte das disciplinas olímpicas.
Apesar de não ter qualquer tradição ou queda para o desporto, a não ser esta quase inevitável mudança de domicílio que já vai na quinta edição desde 2000, curiosamente o mesmo número de olimpíadas de Verão que ocorreram entre 2000 e 2016 (Sidney, Atenas, Pequim, Londres, Rio de Janeiro - Seixal, Santarém, Casével, Lisboa, Lisboa), aprecio o esforço e a perseverança dos atletas que se preparam durante anos a fio para aquele momento decisivo que lhes trará a glória ou o esquecimento.
Sem medalhas, mas com as mudanças terminadas, por agora, não vou deixar que a flacidez se instale. Li algures que só o facto de ver fazer exercício físico já nos ajuda a queimar calorias, por isso, a partir da primeira semana de Agosto, a sala vai transformar-se num ginásio e o sofá será o aparelho que me vai ajudar a perder uns quilinhos e a ganhar massa muscular.


quarta-feira, 29 de junho de 2016

macramé

Antes, um pau encontrado na floresta e uma meada de fio-de-prumo comprada numa loja de materiais de construção. Depois, alguns, poucos, pontos de macramé dos quais ainda me lembro desde os tempos da disciplina de trabalhos manuais. Nada tão glamoroso como os trabalhos da Ana Morais!




quinta-feira, 5 de maio de 2016

não há espiga

Este ano, ao contrário dos anteriores, não fomos ao campo apanhar a espiga. 
A espiga veio ter connosco à cidade.




terça-feira, 12 de abril de 2016

quase, quase

Há um ano estava quase tudo pronto, faltavam acertar alguns detalhes como pôr quadros na parede, um ou outro candeeiro, toalheiros nas casas de banho... Trabalhos rápidos que se têm tornado lentos por "incompatibilidade de calendário". Mas está quase, quase. Aqui fica o pormenor da parede verde spirulina na sala, com uma selecção de molduras, fotografias e pinturas de herança familiar. A mesa e as cadeiras já faziam parte da sala, a grande vitrina, agora cheia de livros, veio do escritório.






quinta-feira, 7 de abril de 2016

ilustrarte 2016

Fomos lá pouco tempo depois da abertura. Publico agora algumas fotos, pouco tempo antes do final da exposição, a 17 de Abril. Ainda há dez dias para visitar a Ilustrarte 2016, este ano com a retrospectiva de Serge Bloch (imagem do elefante).