Um dia um palheiro, outro dia, quem sabe, um lar... Este é o nosso achado mais recente na caça à casa que já dura uns meses. As paredes estão em óptimo estado e se a fizermos crescer para o triplo dará uma bela casa. A vista, a perder de vista, é deslumbrante e ainda tem muitas oliveiras para produzirmos o nosso próprio azeite.
Um comboio de ursinhos para colocar na árvore de natal, na parede, na porta do frigorífico... Ainda está em construção, estou curiosa para ver o resultado final.
"Acho que estou a perder a batalha do lixo (...) O sintoma mais evidente está na quantidade de material que levo para o ecoponto, que aumentou consideravelmente. Poderia ser apenas um promissor sinal de que estamos a separar melhor o lixo (...) Mas não, a razão é outra, bem mais prosaica: simplesmente há mais lixo lá em casa. Trazemos mais produtos embalados do supermercado, consumimos mais jornais e revistas, imprimimos mais inutilidades da Internet, deitamos fora mais garrafas."
Justamente quando me preparava para mais uma ida ao ecoponto, com os jornais de várias semanas, deparei-me com este artigo publicado na Pública de 2 de Novembro e assinado por Ricardo Garcia.
O início da semana foi solarengo e serviu de pretexto para a primeira viagem de comboio do pequerrucho. O final trouxe chuva e um convite a ficar por casa. Não é necessariamente mau, obriga a puxar pela imaginação.