Este fim-de-semana tivemos a visita da tia Dodo. Ela e o Gaspar deram grandes passeios e apanharam muitas flores. O colar foi uma ideia do Gaspar executada pela tia.
O original papel de embrulho usado na girafa do dia da mãe, feito ao estilo de Pollock, ficou dobrado em cima da pilha de reciclagem. Era demasiado bonito para deitar fora, mas ainda não sabia o que fazer com ele. Ontem, influenciada pela forte chuvada, lembrei-me de fazer uma "chuva de cores". Assim, passámos (eu e o piolho) a tarde a recortar e a colar gotinhas de papel.
...ou o milagre da multiplicação. Deita-se à terra metade duma batata, rega-se de vez em quando e dois meses depois cada meia batata dá origem a pelo menos três ou quatro tubérculos perfeitos. Para o Gaspar foi uma grande surpresa descobrir que as batatas nascem debaixo da terra.
"Tufo: designação comum dada a um vasto conjunto de rochas caracterizadas pela sua baixa densidade, reduzida consistência intergranular que se traduz na presença de grãos (ou partículas de qualquer natureza) facilmente desagregáveis." (na inesgotável sabedoria da wikipédia)
Eram muito comuns nas construções ribatejanas há umas boas décadas. Agora são difíceis de encontrar, e mais difícil ainda é encontrar quem queira trabalhar com eles. Felizmente tivemos sorte e conseguimos recuperar os muros originais. A única diferença é que, para os ligar, usámos cal hidráulica em vez de barro.
Do alto do meu metro e pouco mais de meio, descobri que para o Gaspar sou tão alta como uma girafa. Pelo que ele me contou, e embora não seja fonte fidedigna vou acreditar. Na escolinha pediram que cada menino identificasse a sua mãe com um animal para depois fazer o bicho e oferecer à progenitora no dia da mãe. O Gaspar escolheu a girafa e fez este belo exemplar. (a história confirma-se aqui)